Zoológico do CIGS


O zoológico do CIGS teve sua origem em 1967 a partir da necessidade de apresentar aos alunos do Curso de Operações na Selva, elementos da fauna e flora amazônicas importantes na formação dos guerreiros de selva, o que levava os instrutores e monitores da época a colecionar em animais em um depósito a céu aberto, localizado dentro da atual área do Zoológico.
A partir de 1969, foi aberto ao público em geral, já com o seu acervo bastante aumentado, oriundo de doações dos moradores do entorno do CIGS, passando por diversas modificações ao longo dos anos. Atualmente, ainda chamado de “Zoológico do CIGS/1967”, é parte integrante da Divisão de Veterinária, cujas instalações atuais foram inauguradas em 04 de junho de 1999, dentro da atual legislação ambiental, com recursos provenientes de um convênio firmado entre o então Ministério do Exército, Governo do Estado do Amazonas, Prefeitura de Manaus e Superintendência da Zona Franca de Manaus.
Considerado um dos principais pontos turísticos de Manaus, possui em seu acervo somente animais amazônicos brasileiros, contando atualmente com 162 animais distribuídos em 56 espécies, das quais várias estão enquadradas nas diversas categorias do IBAMA de ameaça de extinção no restante do Brasil.
São ainda realizados estudos sobre a fauna e a flora da região, em apoio a órgãos de pesquisa nacionais, contribuindo assim para a preservação e conservação das espécies, dentro de um plano de gestão ambiental que inclui ainda o Campo de Instrução do CIGS (CICIGS).
A educação ambiental se faz presente, tanto na instrução militar envolvendo recrutas e profissionais, quanto no trabalho educativo junto às escolas de ensino médio e fundamental da região metropolitana de Manaus e na área do entorno do CICIGS.
O trabalho junto aos animais é desenvolvido no Hospital Veterinário, dotado em sua infraestrutura de salas de cirurgia e anestesia, radiologia, medicina interna e ambulatorial A partir de janeiro de 2009, o Zôo do CIGS passou a contar ainda com o Núcleo Avançado de Pesquisas do Instituto de Biologia do Exército (NAPIBEx), a ser estruturado em área cedida pelo CIGS para o desenvolvimento de pesquisas com agentes biológicos de interesse da Força Terrestre na Amazônia.





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Por dentro do Açaí


Estudos bioquímicos e tecnólogos sobre o Açaí (Euterpe Oleracea) realizados pelo Centro Tecnológico da Universidade Federal do Pará em seu Departamento de Engenharia Química, e pela Unidade de Bioquímica de Nutrição da Universidade Católica de LOUVAIN (Bélgica) chegaram à seguinte conclusão:


1º) O Açaí é um alimento de base importante. A riqueza em LIPÍDIOS dá ao seu suco um valor energético duas vezes superior ao do leite.

2º) Contém elevada quantidade de VITAMINA E, sendo portanto um antioxidante natural, importante na eliminação dos radicais livres.

3º) Tem grande quantidade de fibras, o que favorece o trânsito intestinal.

4º) Tem um teor considerável de PROTEÍNAS.

5º) Os Teores de POTÁSSIO e CÁLCIO são elevados, o que faz do Açaí um alimento bastante completo.

6º) Contém ainda VITAMINA B1 e elevado teor de pigmentos ANTOCIANINAS (cor roxa violeta) que são também ANTIOXIDANTES, favorecendo a melhor circulação do sangue.
A Fruta

A fruta é pequenininha, arredondada e muito roxa, quase preta. Lembra uma jabuticaba em tamanho reduzido. Tem um caroço grande, e muito pouca polpa.
Para se obter um açaí saudável, o mais importante é a rapidez desde o "debuio" (que é como se diz lá, para o trabalho de tirar os frutos do cacho) até o processamento. Quem diz isso é o Prof. Hervé Rogez, engenheiro químico, cientista e pesquisador da Universidade Federal do Pará, o "Papa" do assunto e fanático tomador de açaí.
O açaí é muito rico em antocianina, uma substância anti-oxidante, que ajuda no combate ao colesterol e aos radicais livres. Você já ouviu que um copo de vinho tinto por dia faz bem ao coração? É devido à antocianina da uva. Não é por acaso que a cor do açaí é semelhante à do vinho tinto, porém o açaí tem 33 vezes mais antocianina que a uva. As antocianinas também são potentes corantes naturais.
Além de ser considerado um dos alimentos mais ricos em ferro, o açaí também é rico em fibras, sendo bastante indicado também para pessoas idosas e/ou com mal funcionamento do aparelho digestivo. Por suas características microbiológicas o açaí é considerado uma das mais nutritivas frutas da Amazônia, perdendo apenas pa ra a castanha-do-pará.
Por suas características microbiológicas o açaí é considerado uma das mais nutritivas frutas da Amazônia, perdendo apenas para a castanha-do-pará.
A Árvore
A palmeira do açaí nasce em touceiras com cerca de 6 troncos, que são ligeiramente curvos. Cada tronco apresenta até quatro cachos, onde nascem os frutos.
É uma planta que prefere os terrenos alagados e áreas úmidas. Por isso sua ocorrência é mais freqüente nas margens dos rios, como o Amazonas.
Como floresce e frutifica o ano todo, é possível encontrar na mesma árvore, diferentes estágios de maturação, desde flores até frutos maduros.
Dessa árvore, que chega a 30 m. de altura e tem nome e sobrenome (Euterpe oleracea Mart.) aproveita-se tudo. As folhas são usadas para cobertura de casas; a madeira é usada em construções rústicas; as fibras das folhas para tecer chapéus, esteiras e ''rasas'', cestas utilizadas como medida-padrão no transporte e comércio da fruta; os cachos secos são aproveitados como vassouras.
Carga Energética

Alimento básico das populações ribeirinhas da Amazônia, a fruta ganha mercado nas demais regiões brasileiras, em função de suas qualidades nutritivas Ribeirinhos expõem paneiros carregados de açaí no trapiche da Casa Cajubinha, em Muaná, Marajó Indivíduo não tem medo da boiúna, a senhora de todas as águas que, assumindo forma de cobra ou de embarcações, afunda barcos e engole os náufragos nos rios e igarapés da Amazônia, atemorizando as populações ribeirinhas.
Ele a respeita mais que as deidades da floresta, mas não teme um confronto com o monstro, cuja jurisdição assombrosa cobre mais de 3 milhões de quilômetros quadrados de área, correspondente à imensa malha líquida tecida pelos grandes rios do norte do país e seus afluentes.
O que tiver que ser, será", diz, fatalista, embora admita algumas precauções para evitá-lo. Pede, por exemplo, permissão para encostar seu barco, o Deus Proverá, de 78 cavalos de força e 3 toneladas de capacidade de carga, quando, vencido pelo cansaço, vê-se obrigado a pernoitar à margem de algum igarapé, igapó (mata de várzea coberta com água) ou furo (comunicação natural entre dois rios ou um rio e um lago, transitável em época de cheia) do sul da ilha de Marajó, PA, um dos maiores santuários do planeta, com 50 mil quilômetros quadrados, onde vive.
Batizado Orlando de Nazaré Pereira, Indivíduo afirma que só tem medo do sono que, às vezes, chega sorrateiro como a cobra, colocando sua vida em perigo. Caboclo ribeirinho de 27 anos, nascido no estirão da Bela Vista, em Muaná, município de 23 mil habitantes (70% dos quais vivem na zona rural), ele é um dos milhares de paraenses que, como seus irmãos Wilson, o Animal, e Raimundo, o Diquinho, ganham a vida coletando, transportando ou vendendo açaí, uma frutinha arredondada, de cor predominantemente roxa, quase preta, típica do estado.

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Apresentação Manaus





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Mobilidade Urbana é tema de reunião pública da Copa

O projeto de mobilidade urbana do Estado do Amazonas e Prefeitura de Manaus será o tema da reunião pública de acompanhamento dos projetos da Copa que acontece nesta quinta-feira (26), às 10h, no auditório da Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplan). Além de mobilidade urbana também será apresentado um balanço das demais frentes de trabalho da Copa.

O novo sistema, definido após entendimento entre Governo e Prefeitura prevê um eixo de monotrilho ligando a Zona Norte, a partir do Terminal 3 ao Centro em corredores aéreos que percorrerão as avenidas Max Teixeira, Torquato Tapajós, passando pela Constantino Nery até o Centro.

A previsão inicial para o sistema BRT é de circulação pelas zonas Leste e Sul da cidade de forma a complementar o monotrilho. O projeto do BRT estabelece o uso de biodiesel em seus7,7 quilômetros de extensão em pistas exclusivas de concreto. Esse sistema contempla pistas principais a partir da avenida Grande Circular, seguindo pelas avenidas General Rodrigo Otávio, Cosme Ferreira, seguindo pelos bairros da Cachoeirinha, Praça 14 até chegar a área central.

O projeto de Monotrilho pode atender até 170 mil pessoas/dia com redução do tempo médio de deslocamento dos passageiros em até 1 hora, em relação ao tempo de percurso da atual frota de ônibus.


FRENTES DE TRABALHO


O projeto de construção da Arena da Amazônia que sediará os jogos da Copa 2014 estará concluído até o dia 30 deste mês, segundo previsão da GMP-Stadia, empresa responsável pelo gerenciamento do empreendimento. O início das obras do novo estádio está previsto para o dia 28 de fevereiro de 2010.

O projeto da Arena está em fase de detalhamento técnico, fase que antecede a construção orçamentária, de acordo com o representante da GMP-Stadia Danilo Carvalho.O edital da obra deve ser publicado em dezembro deste ano, para que as obras possam ser iniciadas, caso não haja nenhuma inconformidade, em fevereiro de 2010.

A construção do projeto da Arena vem mobilizando cerca de 100 profissionais, entre arquitetos, engenheiros e consultores nos escritórios de Manaus, São Paulo e Berlim, na Alemanha.


TRANSPARÊNCIA

As reuniões são quinzenais e contam sempre com a participação de representantes das consultorias envolvidas nos projetos relacionados ao evento. As reuniões públicas são mais uma iniciativa do Governo do Estado para tornar transparente todas as ações relacionadas ao projeto da Copa 2014. Os encontros são abertos a todos os interessados, sem que haja necessidade de cadastro ou inscrição. As reuniões serão realizadas quinzenalmente, até o final do ano, no auditório da Seplan, enfocando sempre o andamento das frentes de trabalho do evento. O calendário das reuniões está disponível no site www.manaucopa2014.com, no link “Dowload”.

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O Estádio Vivaldo lima - Manaus

O Estádio Vivaldo Lima, o Vivaldão, é o maior estádio de futebol de Manaus. Sua localização estratégica na zona central da cidade que ostenta um dos maiores PIBs do Brasil, o colocam na condição de favorito a sediar jogos da Copa do Mundo de 2014.

O Vivaldão tem capacidade para 52.000 pessoas e faz parte do setor esportivo de Manaus, que inclui a moderna Vila Olímpica, o Ginásio Poliesportivo Amadeu Teixeira e o Centro de Convenções de Manaus, o Sambódromo. O estádio possui sistema de som importado da Bélgica, catracas eletrônicas, gramado com sistema de irrigação automático por meio de drenagens verticais e horizontais. Ganhou um novo placar eletrônico em dezembro de 2006, que foi oficialmente inaugurado em 14 de fevereiro de 2007.

Para ser uma das sedes da Copa do Mundo de 2014, Manaus aposta na ampliação do estádio. Com as reformas previstas no projeto apresentado pela cidade, a capacidade será ampliada para 60.000. O local será transformado e terá um espaço de esporte e lazer além de um shopping. A idéia é que o local seja utilizado durante os sete dias da semana e alie atividades esportivas e de lazer.

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O Projeto - copa 2014


COPA SUSTENTÁVEL

A preocupação ecológica expressa no caderno de encargos de Manaus, apresentado à FIFA no final do ano passado, demonstra claramente que Manaus é uma das principais candidatas para receber a Copa do Mundo de 2014: Vanguarda na Sustentabilidade.

Nos últimos anos a capital do Estado do Amazonas apresentou relevantes índices de desenvolvimento e o Governo do Estado vem se preocupando com a implantação de programas relacionados com Mecanismos de Desenvolvimento Limpo – MDL e ações de sustentabilidade, e propôs que as próximas Copas do Mundo da FIFA contribuam para aumentar a proteção à floresta Amazônica.

O Governo do Estado e a Cidade de Manaus tem pela frente o grande desafio e privilégio de realizar o mais importante evento futebolístico mundial: a Copa do Mundo FIFA 2014.



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Econômia de Manaus

Ao lado da exuberância das belezas naturais está o Pólo Industrial de Manaus – PIM , um conglomerado de 557 empresas de tecnologia de ponta que geram quase meio milhão de empregos, diretos e indiretos e um faturamento anual médio de US$ 27 bilhões. Isso foi possível graças à Zona Franca de Manaus – ZFM, um modelo de desenvolvimento econômico implantado pelo governo brasileiro para viabilizar uma base econômica na Amazônia. Considerada a mais bem-sucedida estratégia de desenvolvimento regional, o modelo leva à região de sua abrangência o desenvolvimento econômico aliado à proteção ambiental, proporcionando melhor qualidade de vida às suas populações.

Manaus possui 76% de sua área territorial coberta por florestas graças às políticas de desenvolvimento do PIM que permitiu a preservação da floresta na cidade. É a terceira capital em industrialização do Brasil, a sexta cidade mais rica do país com o Produto Interno Bruto de R$ 31.916.257,00 e a 6° maior em renda per capita com R$ 18.902,00. Sua população é de 1.709.010 habitantes sendo a 8ª cidade mais populosa do país. Possui um parque fabril com mais de 557 empresas gerando 113.000 empregos diretos e mais 450.000 indiretos. O faturamento do PIM onde concentram-se as empresas é US$ 27 bilhões. Por ser uma cidade que se preocupa em preservar o meio ambiente Manaus pode ser considerada como a capital do meio ambiente.


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Atrativo de Manaus



Manaus é um palco privilegiado de manifestações culturais que mescla o bailado dos bois-bumbás e a grandiosidade dos espetáculos de óperas. Cheia de encantos naturais, a cidade oferece cenários de puro encanto como o Arquipélago de Anavilhanas, localizado a 100 km de distância de Manaus, às proximidades do município de Novo Airão, no Rio Negro, um conjunto de 400 ilhas cobertas de floresta virgem formam um verdadeiro labirinto natural, um dos mais belos exemplos de paisagem natural amazônica. O Encontro das Águas é o resultado da fantástica junção das águas escuras do Rio Negro com as águas barrentas do Rio Solimões, os rios correm lado a lado, sem se misturar, por mais de 18 kms, proporcionando um espetáculo inesquecível. O fenômeno ocorre devido a diferença das temperaturas, densidades e correntezas das águas dos rios.

Quem vem a Manaus no mês de outubro é recebido com uma grande festividade. Não apenas com aquela habitual hospitalidade com que a cidade recebe seus visitantes de qualquer procedência, mas em clima de festa, ao som de toadas de boi-bumbá, ritmo típico da região, é a festa do Boi Manaus. Em setembro, tem o já consagrado Festival Amazonas de Ópera, um espetáculo que atrai turistas brasileiros e estrangeiros há dez anos.

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A infra-Estrutura de Manaus


Manaus cresce e se moderniza. As obras de infra-estrutura urbana movimentaram a cidade nos últimos anos, mudando a paisagem e promovendo o desenvolvimento. Passagens de nível, duplicação de avenidas e a construção de viadutos são apenas alguns exemplos do ritmo acelerado das transformações vividas por Manaus. A multiplicação dos equipamentos de esporte e lazer nos bairros é outro sinal de mudança. Preparada para receber visitantes de qualquer procedência, que venham a negócio ou a lazer, com modernidade, mas sem perder o encanto e a exuberância natural. Até 2010, a cidade contará com uma moderna ponte estaiada, que fará a ligação com a cidade de Iranduba.

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Manaus - A Cidade


Banhada pelo magnífico Rio Negro, Manaus é o portão de entrada para a maior floresta tropical do planeta. Capital do Estado do Amazonas, a cidade guarda um extraordinário estoque de recursos naturais, representado por 20% da reserva de água doce do mundo, um banco genético de inestimável valor e grandes jazidas de minérios, gás e petróleo.

Manaus surgiu na segunda metade do século XVII, com a construção do Forte de São José da Barra, cuja finalidade era proteger a região contra a invasão estrangeira.

Em 1832 foi denominada Vila da Barra. Em 24 de outubro de 1848 foi elevada à categoria de cidade da Barra do Rio Negro. Somente em 04 de setembro de 1856, foi denominada de Manaus, em homenagem à nação indígena dos Manaós o mais importante grupo étnico habitante da região.

A capital amazonense foi uma das primeiras cidades brasileira a contar com luz elétrica, galerias pluviais, tratamento de águas e esgotos e serviço de bondes elétricos. Em 1909, Manaus passou a abrigar a primeira instituição de ensino superior do País brasileira, hoje chamada Universidade Federal do Amazonas, que contribui decisivamente para a formação de cidadãos e o desenvolvimento da Amazônia.

Há mais de 100 anos, no auge do ciclo econômico da borracha foi construído o Teatro Amazonas que surpreendeu o mundo com seu luxo, requinte e beleza arquitetônica. É o principal patrimônio cultural arquitetônico do Amazonas. Esse templo de arte retomou seu apogeu com a realização do Festival Amazonas de Ópera e com a apresentação em seu palco de espetáculos clássicos e populares de dança, música e teatro de artistas locais, nacionais e internacionais.

Características

Ano de Criação: 1848

Lei de criação: Em 24 de outubro de 1848, a já denominada Vila de Manaós é elevada à categoria de cidade por força da lei nº 145, deste mesmo ano, batizada agora de Cidade da Barra do Rio Negro.

Toponímia: O topônimo Manaus originou-se de uma tribo indígena que primitivamente dominava o Vale do Rio Negro, a qual pertenceu o legendário guerreiro Ajuricaba.

Gentílico: manauense ou manauara

Contagem da População 2007 : 1.646.602

Densidade (hab/km2): 144,42

Área (Km2): 11.401,1

Código do Município: 1302603

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Barcos




Nesta seção você tem acesso aos diversos prestadores de serviços turísticos. Navegue pelo menu ao lado.
Obs: Clique no Tópico Barcos e veja qual prestador de serviço que esteja dentro da sua necessidade.

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Visite o Amazonas



Clima

A temperatura no Amazonas varia de 26°C à 30°C, mas a alta umidade faz com que a sensação térmica seja muito superior. A estação das chuvas, considerada inverno, é de dezembro a junho, e o verão é de julho à novembro. A cheia do rio Negro tem seu ponto máximo em meados do mês de junho enquanto que a maior vazante ocorre em setembro.

Cuidados com a saúde

É sempre indicado o uso de protetor solar e repelente de insetos. As vacinas de febre amarela e tétano são indicados para todos que viajam pelo Brasil. São válidas por 10 anos e devem ser tomadas no máximo em até 10 dias antes da viagem. Caso utilize medicamentos de uso contínuo, traga-os, pois pode não encontrá-los nas farmácias locais. Por precaução, um anti-alérgico é recomendado para os alérgicos a picadas de insetos.

Moeda Corrente

A unidade monetária do Brasil é o real (R$).

Idioma

Português brasileiro.

O que vestir

Roupas leves e confortáveis, como bermudas e camisetas, calças de verão, tênis ou calçados para caminhadas, sandálias, roupas de banho, óculos de sol, capa de chuva leve e chapéu ou boné. Lembre-se que o sol na Amazônia é muito intenso devido à sua localização na linha do Equador. É bom se proteger.

Água potável

É aconselhável para consumo a água mineral, ou filtrada, que não sejam das torneiras, pois não possuem um tratamento adequado para ingerir.

Energia elétrica

As tomadas na região são de 120 Volts (10²), mas caso tenha dúvida para não queimar nenhum aparelho é sempre bom perguntar a voltagem utilizada no local.

ORGÃOS OFICIAIS DE TURISMO

ABRASEL - Associação Brasileira de Restaurantes e Emp. de Entretenimento
Presidente: Luis Antônio Cavalcante Caudas
Tel: (92) 3642-8894
E-mail: abrasel-am@argo.com.br

ABAV - Associação Brasileira de Agências de Viagens.
Presidente: Paulo Rogério Tadros
Tel: (92) 3236-0088/ 3236-0407
E-mail: abavam@abavam.com.br
Web site: www.abavam.com.br

ABIH - Associação Brasileira da Indústria Hoteleira.
Presidente: Roberto Simão Bulbol
Tel: (92) 3642-0229
E-mail: abih-am@internext.com.br

ABRAJET - Associação Brasileira dos Jornalistas e Escritores de Turismo.
Presidente: Paulo Roberto pereira
Tel: (92) 3634-8336
E-mail: prp@internext.com.br

SINDEGTUR - Sindicato dos Guias de Turismo.
Presidente: Maria Lúcia Weber
Tel: (92) 3625-1897 / 3625-1772
E-mail: sindegtur-am@ig.com.br
Att.: Zilmar valente
Tel: (92) 3671-5432/ 3635-4831
E-mail: zilmarvalente@yahoo.com.br

ABBTUR - Associação Brasileira de Bacharés em Turismo.
Presidente: João Firmino Sobrinho
Tel: (92) 3642-0168
E-mail: abbtur_am@hotmail.com
fsobrinho@horizon.com.br
Web site: www.abbturam@hpg.com.br

AOBT - Associação dos operadores de Barcos de Turismo
Presidente: Leonardo Leão
Tel: (92) 3584 4670/ Fax: 3584 4282
E-mail: leonardo@captpeacock.com
leonardo@aobt.tur.br

ACVB - Amazonas Convention & Visitors Bureau.
Presidente: Adriana Papa
Tel: (92) 3236-7398
E-mail: acvb@amazonasconventions.com.br
adrianapapa@amazonasconventions.com.br

SINDETUR - Sindicato das Empresas de Turismo.
Presidente: Mário Reynaldo Tadros
Tel: (92) 3622-1897/ 3622-2844
E-mail:

mariotadros@bwlordemanaus.com.br

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Cuidando das florestas


Preservando para futuras gerações

Preservar a floresta e, simultaneamente, garantir o desenvolvimento econômico das populações tradicionais, tem sido a pedra angular da política ambiental do Governo do Amazonas. Partindo dessa premissa, o governo implantou o Programa Zona Franca Verde, um programa econômico que tem como objetivo gerar riquezas a partir do uso sustentável dos recursos naturais, com vistas à melhoria da qualidade de vida dos amazonenses, com geração de trabalho e renda em todo o Estado, mas sem agredir a Natureza. A economia que emergirá da consolidação do Programa Zona Franca Verde produzirá as condições para a fixação do habitante da zona rural, dando-lhe dignidade e cidadania, e, acima de tudo, mantendo a floresta protegida. Dentre todas as ações do Programa, o turismo é um dos fortes indutores para o crescimento econômico sustentável local.

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Videos - Amazonas


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Fotografias ( Amazonas)


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Fotografias (Aamazonas)


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Forgrafias (Amazonas)


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Destino Verde do Brasil

O Amazonas é o maior Estado do Brasil. Possui aproximadamente 1,5 milhão de quilômetros quadrados, ocupando mais de 18% do território nacional, possui 62 municípios, onde tem ao mesmo tempo as terras mais altas, como o pico da Neblina, com 3.014m, e o pico 31 de Março, com 2.992m de altitude, e a maior extensão de terras baixas (menos de 100 metros) do Brasil. Sua população é de 3.323.330 habitantes, sendo que 1.709.010 habitantes estão localizados em Manaus.

O Amazonas é banhado pela bacia hidrográfica amazônica, que responde por aproximadamente 20% da água doce do planeta. Os principais rios são: Negro (que banha a cidade de Manaus), Amazonas, Solimões, Madeira, Juruá, Purus, Içá, Uaupés e Japurá. No Brasil, país caracteristicamente tropical, o Amazonas é dominado pelo clima equatorial, predominante na Amazônia, tendo uma temperatura média de 26ºC. Ele também é o estado mais preservado do país, com 98% de sua cobertura florestal original, somente suas áreas protegidas por leis federais e estaduais, como parques e reservas florestais, ocupam um território equivalente a vinte vezes o tamanho do Líbano e o dobro de Portugal. Aliados a esse universo verde estão os rios, lagos e igarapés, componentes indispensáveis para marcar o contato inesquecível com a maravilhosa natureza amazônica.

Com vida cultural intensa, onde se destacam o Festival dos Bumbás de Parintins, o Festival Internacional de Óperas e o Festival Internacional do Cinema de Aventura, o Amazonas possui características muito especiais que se expressam na alegria do povo e nas raízes do folclore regional.

O turismo de natureza é o principal atrativo dos roteiros do Amazonas. O visitante tem a oportunidade de conhecer, aprender e valorizar a importância da floresta tropical e os habitantes que nela vivem, que são os principais responsáveis pela sua conservação. Por seu contato direto com a natureza, o Estado faz parte dos roteiros oferecidos pelas agências nos programas de barco, pernoites em hotéis de selva e passeios pela floresta

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Biodiversidade Amazonas


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Hoteis de Selva


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Como Chegar


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Amazonas

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Animais da amazõnia


Mamķferos - Anta - Tapirus terrestris Classe: Mammalia; ordem: Perissodactyla; famķlia: Tapiridae; gźnero: Tapirus As antas sćo animais fortes. Os pés traseiros tźm trźs dedos e os dianteiros tźm um adicional, muito reduzido. As antas possuem uma tromba flexķvel, preensil e coberta por pźlos sensķveis a cheiro e a umidade. Comem frutos, folhas, caules, brotos, pequenos ramos, grama, plantas aquįticas, cascas de įrvores, organismos aquįticos e pastam inclusive sobre plantaēões de cana, melćo, cacau, arroz e milho. Durante o acasalamento, os machos atraem as fźmeas com assobios estridentes. A cópula pode ocorrer tanto dentro quanto fora da įgua. O casal se separa após isso. Raramente nasce mais de um filhote; este possui uma coloraēćo diferente dos adultos: sćo rajados de marrom e branco. Ele é amamentado até quando a mće estiver lactando. Em um ano e meio jį estį crescido e com a aparźncia dos adultos. Durante o dia, a anta fica escondida na floresta. Ą noite, deixa o esconderijo para pastar. Suas pegadas, difķceis de serem confundidas, podem ser vistas logo ao amanhecer nas trilhas abertas na floresta, nas margens dos rios e até no fundo das lagoas. A anta toma banhos freqüentes de lama e de įgua para se livrar de parasitas como carrapatos, moscas, etc. Por isso é encontrada próxima a rios e florestas śmidas. Animais de hįbitos solitįrios, sćo encontrados acompanhados apenas durante a época de acasalamento ou durante a amamentaēćo. Os machos urinam regularmente nos mesmos locais, talvez para mostrar aos outros indivķduos da mesma espécie sua presenēa no local. A anta possui glāndulas faciais usadas para deixar rastro de cheiro. Entre os predadores da anta estćo o homem, sucuris e a onēa. Quando surpreendida ou ameaēada, ela mergulha na įgua ou se esconde entre arbustos fechados. É capaz de galopar, derrubando pequenas įrvores e arbustos, fazendo muito barulho, além de nadar e escalar terrenos ķngremes muito bem. Entre as vocalizaēões emitidas pela anta, incluem-se o guincho estridente, usado para demonstrar medo, dor e apaziguamento; o estalido que pode ser usado para identificar indivķduos da mesma espécie e o bufo que significa agressćo. Ficha Comprimento Até 2,20 m (fźmeas); 2,00 m (macho) Altura Até 1,10 m Peso Até 250 kg Gestaēćo De 335 a 439 dias Nśmero de filhotes 1 Hįbito Alimentar Noturno e crepuscular Alimentaēćo: Frutos, brotos, folhas, grama, plantas aquįticas, cascas de įrvore. Portal Amazōnia 22.01.2005-GC

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O uso do GN em veículos (GNV)


As reservas mundiais de Gás Natural aumentaram muito nos últimos anos, em uma proporção superior ao aumento do consumo. No Brasil, as reservas comprovadas, evoluíram de 164 bilhões de metros cúbicos em 1997, para 640 bilhões em 2003, Neste mesmo período, o consumo aumentou 300%. Atualmente o consumo diário é de 39,8 milhões de metros cúbicos dia, nas mais variadas formas de uso ou consumo: indústrias, residências, hospitais, na cogeração e geração de eletricidade, e na substituição de combustíveis veiculares líquidos; a esta forma de consumo, ganha a denominação de Gás Natural Veicular - GNV.

O Gás Natural Veicular – GNV é um combustível gasoso, cujas propriedades químicas se adaptam bem à substituição dos combustíveis tradicionais para motores que funcionam através de ignição por centelhamento, sejam motores de quatro tempos (ciclo Otto) ou motores de dois tempos. Estes motores usam em geral a gasolina como combustível, porém no Brasil também são comuns os motores que utilizam álcool hidratado (etanol).

No caso do uso do GNV, em motores concebidos para utilizar gasolina ou álcool hidratado, é comum que se opere na forma “bicombustível”, utilizando preferencialmente o GNV, porém podendo ser usado o combustível original, (gasolina ou álcool hidratado) quando necessário o for. Os veículos que possuem este tipo de adaptação, podem ser provindos de fábrica, ou podem ser adaptados em oficinas credenciadas, onde sofrem um processo de conversão e passam a poder contar com a opção de utilizar o GNV como combustível.

O GNV também pode ser usado para propulsão de veículos movidos a diesel (motores de dois ou quatro tempos, que possuem ignição por compressão), quer na forma combinada, que utiliza tanto o diesel quanto o gás, ou substituindo o antigo motor movido a diesel por outro movido apenas a gás. Neste caso, a conversão do veículo é mais complexa e também mais cara, principalmente se houver a necessidade de substituição do motor original ou realização de serviços de retífica.

Em ambos os casos, a conversão se faz adicionando ao veículo um conjunto de equipamentos basicamente formado por:

• Conjunto de tubos de alta e baixa pressão;
• Dispositivo regulador de pressão;
• Válvula de abastecimento;
• Dispositivo de troca de combustível;
• Indicadores de condição do sistema;
• Cilindros de alta pressão, utilizados como reservatório de combustível.

O abastecimento dos veículos convertidos para uso de GNV é normalmente feito com o produto à alta pressão, cerca de 200 atmosferas. Os Postos de Serviços recebem o produto através das linhas de abastecimento provenientes das concessionárias de gás canalizado local, comprimem o GNV em instalações providas de compressores, e disponibilizam o produto para o usuário em “dispensers” similares a bombas de gasolina ou álcool hidratado.

No Brasil, a idéia original era de se utilizar o GNV como substituto do diesel para a propulsão da frota de veículos pesados nos centros urbanos. Esta frota é composta por micro ônibus, ônibus e caminhões de diversas tonelagens. Esta idéia deu lugar a uma maior difusão do uso de GNV na frota de veículos leves, em função de algumas dificuldades inerentes ao mercado de GNV na substituição do diesel, tais como: pequena diferença entre o preço deste combustível e do GNV, e pouca disponibilidade em território nacional de Postos de Serviços com capacidade específica para atender à frota de veículos pesados.


Perspectivas futuras

• O uso de GNV é uma tendência irreversível;
• A tecnologia de conversão está totalmente dominada e regulamentada;
• Espera-se uma pressão dos usuários e a conscientização das montadoras para produção em fábrica de veículos movidos a GNV; e isto já esta ocorrendo com o lançamento de veículos multi-fuel, onde a opção do combustível será do proprietário;
• A demanda por GNV deverá crescer consideravelmente, a partir da maior disponibilidade de oferta;
• Um maior número de Postos de Serviço deverá ser aberto; além de uma vigorosa interiorização dos mesmos.
• A utilização de GNV para veículos de transporte coletivo de passageiros deverá ser viabilizada, principalmente para veículos de pequeno e médio porte, especialmente em substituição ao Diesel no transporte público nas grandes cidades.


Desempenho dos veículos convertidos

Como substituto da gasolina e do álcool hidratado, o GNV tem todas as propriedades físicas e químicas que um veículo necessita para o bom desempenho. O uso de GNV proporciona a potência necessária e o desempenho regular do motor, tanto em marcha lenta (baixas rotações e sem carga), como em situação de altas solicitações de potência (altas rotações e com carga), ou torque (baixas rotações e muita carga), sendo capaz, se bem regulado, de inibir de forma eficaz o problema de detonação sem a adição de substâncias poluentes ao combustível.

Um motor especialmente projetado ou adequadamente adaptado para o uso de GNV, opera normalmente com altas taxas de compressão (da ordem de 13/1 a 16/1), permitidas em função do elevado poder antidetonante inerente ao gás; e, portanto, apresenta uma eficiência térmica superior se comparado a motores à motores à gasolina ou álcool hidratado. Devido à necessidade de conciliar a operação da forma “bicombustível”, em função de uma rede de abastecimento ainda limitada, os veículos convertidos devem manter as taxas de compressão originais de seus motores a gasolina (8/1) ou álcool hidratado (12/1), o que pode acarretar uma sub-utilização das características originais do GNV e uma aparente perda de potência; no entanto, largamente compensada pela economia. Mister citar, que as conversões bem realizadas com Kits’s homologados pelo Proconve / Ibama, através do Certificado Ambiental para uso do Gás Natural – CAGN, são tecnicamente mais qualificadas quanto a emissões e performance do veículo, e apenas reduzem a potência em 8% a 12%, dependendo do modelo e motor do veículo.Esta perda equivale a aproximadamente ou até inferior, à utilizada por equipamentos de ar condicionado.


Vantagens técnicas no uso de GNV

O GNV apresenta importantes vantagens técnicas que, se comparadas com os combustíveis tradicionais, gasolina e óleo diesel, o indicam como alternativa promissora em termos de combustível automotivo:

• Temperatura de ignição superior, o que o torna mais seguro quanto ao manuseio;

• Menor densidade que o ar atmosférico, o que em caso de vazamento, possibilita sua rápida dissipação na atmosfera, reduzindo a probabilidade de ocorrência de concentrações na faixa de inflamabilidade;

• Não é tóxico nem irritante no manuseio;

• A combustão do GNV é muito próxima da combustão completa, reduzindo os resíduos de dióxido de carbono e vapor d’água, e assim inibindo a formação de resíduos de carbono no motor, o que aumenta sua vida útil e os intervalos entre os períodos de manutenção;

• O GNV é comercializado dentro de elevados padrões de segurança, e em função das altas pressões de operação, praticamente elimina a possibilidade de escape do produto para o meio ambiente;

• O gás possui ainda outra notável vantagem quanto a aspectos de seu armazenamento, especialmente nos postos. Ainda em caso de vazamentos, que muito mais facilmente pode ser detectado por equipamentos de controles, do que seus concorrentes líquidos, não produz o efeito destes, em contaminar o sub-solo e conseqüentemente os lençóis freáticos.

• Em função da baixa formação de resíduos da combustão, e por ser um combustível limpo e seco que não se mistura nem contamina o óleo lubrificante, permite um maior intervalo entre trocas de óleo sem comprometer a integridade das partes e componentes do motor.

A combustão do Gás Natural, não produz óxido de enxofre, chumbo e particulados. Dentre os hidrocarbonetos, o GNV é o que produz a menor quantidade de monóxido de carbono, não emite fumaça preta nem odores; sua combustão é mais lenta permitindo significativa redução de ruído dos motores, especialmente os que utilizam diesel.


Vantagens econômicas

As vantagens técnicas mencionadas são rigorosamente relacionadas com as vantagens econômicas e com os problemas de manutenção dos veículos. A principal vantagem econômica, diz respeito ao menor preço de comercialização do GNV se comparado com a gasolina e o álcool hidratado, conforme pode ser verificado nas tabelas a seguir, e que se aplica à frota de veículos leves.


Comparativo das vantagens econômicas com uso do GNV

Veículo: Corsa FLex


Veículo: Gol Flex


Veículo: Fiesta Flex



Observações

(1)Consideração mínima de rendimento,GNV: 12,0 km/m3. Em conversões bem feitas, com “gerenciamento eletrônico”, ou seja, kits certificados pelo CAGN; esta marca tem evoluído em 10% a 15 %, ou seja, atingindo cerca de 13 a 14,3 km/m3.

(2) Testes realizados pela Revista Quatro Rodas

Notas

> Transito urbano; preços base São Paulo.

> A economia com o custo do combustível (GNV), é acrescida de outras decorrentes de um menor desgaste das partes e componentes do motor, como por exemplo, o intervalo de troca de óleo lubrificante que pode ter a sua vida útil dobrada.

>Para um usuário que rode em média 150 km/dia, pode-se afirmar que o investimento em conversão, de cerca de R$ 3.000,00, poderá ser amortizado em 3,5 meses se o combustível original for gasolina, e 5,2 meses se for álcool.Ou ainda o retorno do investimento realizado, em uma boa conversão, se dará nos primeiros 14.000 km rodados se o combustível até então utilizado era gasolina. E se considerarmos o álcool, este retorno se dará com os primeiros 22.000 km percorridos.

>Outra forma interessante, e que o mercado usa para expressar a economia efetivada apenas com combustíveis, é do valor poupado a cada 100 quilômetros percorridos. Com o álcool a economia atual é de R$ 12,00 a R$ 14,00; quanto à gasolina é de R$ 20,00 a R$ 23,00.

>Preços,base cidade de São Paulo, onde a relação da diferença do GNV para os preços praticados por outros combustíveis é uma das menores do País, especialmente com o álcool hidratado.Ampliando-se a diferença do preço do metro cúbico GNV, para o litro de álcool ou gasolina, os retornos dos investimentos na conversão do veículo ocorrerão em prazos mais reduzidos ou com menor quilometragem percorrida.


Segurança

O GNV não é uma fonte de perigo para o veículo, seus componentes e ocupantes. As normas relacionadas com a conversão, são extremamente rígidas e seus controles são melhores do que aqueles relacionados com a maioria das outras partes do veículo. Os componentes do sistema de conversão são testados exaustivamente pelos fabricantes, com a finalidade de assegurar elevada confiabilidade.

Uma das características do GNV, é que em caso de escapamento, ele se dissipa rapidamente para a atmosfera, evitando assim, concentrações de produtos potencialmente perigosos. Não é tóxico nem irritante, e apresenta um ponto de auto-ignição elevado (650ºC).

As normas de projetos e construções dos Postos de Abastecimento, são tão ou mais severas do que aquelas empregadas na conversão dos veículos, o que garante normalmente um padrão de segurança nas instalações de GNV, no mínimo igual ou superior àquelas encontradas para os combustíveis líquidos.


GNV: o combustível ecológico

Pelas características descritas anteriormente, pode-se constatar que o uso do GNV, propicia importante ação na redução dos níveis de poluição atmosférica, uma vez que a sua combustão tende a ser mais completa, liberando apenas dióxido de carbono (CO2) e água (H2O). Acrescente-se a isto o fato de que por ser um combustível gasoso, possui um sistema de abastecimento e alimentação do motor isolado da atmosfera, reduzindo bastante as perdas por manipulação para abastecimento e estocagem (principalmente a evaporação dos combustíveis líquidos que naturalmente ocorrem pelos respiros dos tanques de combustível).

No ambiente urbano, o uso adequado deste combustível, se comparado com os combustíveis tradicionais, podem reduzir as emissões de monóxido de carbono (CO) em 76%, de óxidos de nitrogênio (NOx) em 84%, e de hidrocarbonetos pesados (CnHm) em 88%, praticamente eliminando as emissões de benzeno e formaldeídos, que são cancerígenos.

Atualmente as principais fontes de poluição atmosférica, em especial nos grandes centros urbanos, são causadas por veículos. O último relatório da Companhia de Tecnologia Ambiental de São Paulo – CETESB - 2.003 nos dá conta que 97% destes poluentes na Região Metropolitana de São Paulo, são emitidos por veículos em circulação ou em processos evaporativos de seus reservatórios.

Para ilustrar, na já citada região urbana, os veículos movidos à gasolina são responsáveis pela emissão anual de 790,2 mil toneladas de monóxido de carbono (CO), 84,2 ton. de hidrocarbonetos e 51,8 mil ton. de dióxidos de nitrogênio(NOx).

Os veículos a álcool, respondem por 211,5 mil toneladas de monóxido de carbono (CO), 22,9 mil ton. de hidrocarbonetos e 12,6 mil ton. de dióxidos de nitrogênio(NOx).

Os veículos a diesel, respondem por 444,4 mil toneladas de monóxido de carbono (CO), 72,4 mil ton. de hidrocarbonetos, 324,5 ton. de dióxidos de nitrogênio(NOx), 11,2 mil ton. de dióxidos de enxofre (SOx) e 20, 2 mil ton. de materiais particulados.

Vale citar que as motocicletas na Região Metropolitana de São Paulo, emitem anualmente 238,9 mil toneladas de monóxido de carbono. E todos combustíveis líquidos, através de seu manuseio, e mesmo acondicionados em tanques, produzem ainda cerca de 168 mil toneladas anuais de hidrocarbonetos, através de processos evaporativos.

Note a importância dos dados acima, pois se trata do terceiro maior conglomerado urbano do mundo, ocupa 0,1% do território nacional, cerca de 8.015 km quadrados e possui uma população superior a 17 milhões de pessoas. A deterioração da qualidade do ar, basicamente originada por uma frota de aproximadamente 7,3 milhões de veículos, causa sensíveis problemas de saúde a toda comunidade. Atentarmos para isto, é respeitar desde já um futuro melhor para as gerações que nos sucederão.

GNV, bom para o bolso e para a saúde também.

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Se aproxima o fim da era dos combustíveis fósseis


por José Walter Bautista Vidal (Engenheiro e Físico Nuclear, Professor aposentado da UnB, Presidente do Instituto do Sol)

Os organismos geneticamente modificados (OGM) tanto podem estar aí para o bem, como para o mal. Há diversos casos na ciência que demonstram isto. No caso da soja transgênica temos um caso que não somente se deriva para o mal - devido às incertezas científicas que a cerca -, como temos o risco do monopólio econômico, do aumento da concentração de renda e da desigualdade social. Se associarmos esses fatos à monocultura, pode-se constatar um quadro trágico de degradação ambiental e exclusão social no campo. Este modelo, somado à atual estiagem do Sul, já quebrou dezenas de agricultores familiares que não diversificaram suas culturas, acreditando no "canto de sereia" (leia-se Monsanto e outras) do lucro imediato. A cada ano a perda de solo e a contaminação dos lençóis freáticos comprovam a falência da agricultura convencional.
Com a aprovação pela Câmara do Projeto de Lei de Biossegurança, para liberação dos transgênicos no Brasil, fica facultativo o licenciamento ambiental, eliminando a obrigatoriedade da apresentação de estudos de impacto no ambiente e na saúde. Portanto, o Presidente Lula poderá vetar o PL e nos livrar das chamadas "comidas frankenstein". Em outras palavras, Lula pode decidir se os brasileiros terão alimentos transgênicos legalizados na mesa ou não.

Fora de que o PL poderia ser considerado inconstitucional, uma vez que ignora a Lei de Proteção a Biodiversidade, ele ainda concede todo o poder à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) - órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia - para decidir sobre os OGMs, retirando as competências dos Ministérios do Meio Ambiente, da Saúde e da Agricultura sobre cada um dos casos.

Assim ficamos apenas com um grupo de apenas 27 membros "escolhidos a dedo" pelo Ministro de Ciência e Tecnologia para serem somente eles os que decidirão sobre o tipo de comida a que milhões de brasileiros terão acesso. O agravante é que as reuniões dos super-poderosos da CTNBio podem se realizar com apenas a metade dos membros mais um (14) e as aprovações podem acontecer com voto favorável de apenas 8 membros, mesmo para aprovação de plantios comerciais.

Quatro dos 8 pesquisadores titulares da CTNBio desenvolvem plantas transgênicas, são especialistas em biotecnologia, sendo que dois deles são Conselheiros do CIB, ONG financiada pela Monsanto e pelas demais indústrias da biotecnologia. Os outros 4 pesquisadores titulares são especialistas em áreas que não a biossegurança. Essa parcialidade da Comissão aliada à falta de especialistas em impacto dos OGM mostra que a CTNBio não pode ser a instância final de decisão sobre transgênicos.

A parcialidade aqui fica evidente na histórica luta contra e a favor dos transgênicos, uma vez que esta Comissão é acusada de se colocar sempre na posição de defesa da biotecnologia, tentando apressar a liberação dos transgênicos.

Não se trata somente da ameaça de contaminação de produções de alimentos convencionais e orgânicos por parte do cultivo de transgênicos (já comprovado em inúmeros casos nos Estados Unidos e Canadá), mas também há o problema da saúde humana estar sendo afetada. Isto ficou claro em diversos estudos e, particularmente, através do artigo "Safety Testing and Regulation of Genetically Engineered Foods", publicado na revista "Biotechnology and Genetic Engineering Reviews", de Novembro de 2004, onde os cientistas David Schubert e William Freese denunciaram que um tipo de milho - MON810 da Monsanto - produzido nos Estados Unidos, podia causar alergia alimentar as pessoas. O caso também envolvia a EPA (Environmental Protection Agency), órgão equivalente ao nosso Ministério do Meio Ambiente, acusada de ignorar estudos que comprovavam a alergia resultante deste tipo de milho.

A legislação brasileira, através de Decreto, também exige que produtos que contenham mais de 1% de matéria-prima transgênica apresentem em seus rótulos a devida informação. No entanto, o que se vê é uma total ausência do Estado para se garantir a fiscalização de que isto esteja sendo cumprido. A sociedade brasileira é refém de grandes corporações que se julgam acima da Lei, sendo que a Monsanto é uma delas.

Deveria ser dever do Estado aplicar o Princípio de Precaução da Convenção das Nações Unidas sobre Biodiversidade no caso de haver dúvidas quanto aos riscos ambientais e de saúde aos quais poderá ficar exposta a sociedade brasileira; devia ser dever do Governo brasileiro impedir as táticas de monopólio empregadas pelas grandes empresas do agronegócio. Deveria ser dever do Presidente Lula defender os ideais democráticos do PT, garantindo que uma Comissão inter e multidisciplinar possa decidir sobre os transgênicos e não apenas meia dúzia de gatos pingados que podem estar "transgenicamente cooptados"!

A alternativa que resta à sociedade civil é protestar. Afinal, mais de 80% dos brasileiros se declararam contra liberação dos transgênicos numa pesquisa do Greenpeace/ISER. Há várias organizações que colocam seus sites a disposição para isto, como por exemplo: http://www.greenpeace.org.br/brasilmelhor.

Direitos e deveres muitas vezes se confundem. Protestar é um direito, assim como agir para garantir que a democracia seja praticada é um dever.

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Energia Solar e o Meio Ambiente

O sol é fonte de energia renovável, o aproveitamento desta energia tanto como fonte de calor quanto de luz, é uma das alternatias energéticas mais promissoras para enfrentarmos os desafios do novo milênio.

A energia solar é abundante e permanente, renovável a cada dia, não polui e nem prejudica o ecossistema. A energia solar é a solução ideal para áreas afastadas e ainda não eletrificadas, especialmente num país como o Brasil onde se encontram bons índices de insolação em qualquer parte do território.

A Energia Solar soma características vantajosamente positivas para o sistema ambiental, pois o Sol, trabalhando como um imenso reator à fusão, irradia na terra todos os dias um potencial energético extremamente elevado e incomparável a qualquer outro sistema de energia, sendo a fonte básica e indispensável para praticamente todas as fontes energéticas utilizadas pelo homem.

O Sol irradia anualmente o equivalente a 10.000 vezes a energia consumida pela população mundial neste mesmo período. Para medir a potência é usada uma unidade chamada quilowatt. O Sol produz continuamente 390 sextilhões (390x1021) de quilowatts de potência. Como o Sol emite energia em todas as direções, um pouco desta energia é desprendida, mas mesmo assim, a Terra recebe mais de 1.500 quatrilhões (1,5x1018) de quilowatts-hora de potência por ano.

A energia solar é importante na preservação do meio ambiente, pois tem muitas vantagens sobre as outras formas de obtenção de energia, como: não ser poluente, não influir no efeito estufa, não precisar de turbinas ou geradores para a produção de energia elétrica, mas tem como desvantagem a exigência de altos investimentos para o seu aproveitamento. Para cada um metro quadrado de coletor solar instalado evita-se a inundação de 56 metros quadrados de terras férteis, na construção de novas usinas hidrelétricas. Uma parte do milionésimo de energia solar que nosso país recebe durante o ano poderia nos dar 1 suprimento de energia equivalente a:


*54% do petróleo nacional

*2 vezes a energia obtida com o carvão mineral

*4 vezes a energia gerada no mesmo período por uma usina hidrelétrica.




Energia Solar Fototérmica



Está diretamente ligado na quantidade de energia que um determinado corpo é capaz de absorver, sob a forma de calor, a partir da radiação solar incidente no mesmo. A utilização dessa forma de energia implica saber captá-la e armazená-la. Os coletores solares são equipamentos que tem como objetivo específico de se utilizar a energia solar fototérmica.

Os coletores solares são aquecedores de fluídos (líquidos ou gasosos) e são classificados em coletores concentradores e coletores planos em função da existência ou não de dispositivos de concentração da radiação solar. O fluído aquecido é mantido em reservatórios termicamente isolados até o seu uso final (água aquecida para banho, ar quente para secagem de grãos, gases para acionamento de turbinas, etc.).

Os coletores solares planos são largamente utilizados para aquecimento de água em residências, hospitais, hotéis etc. devido ao conforto proporcionado e à redução do consumo de energia elétrica.

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Bem vindo ao Ambiente Energia


Quando se fala em energia, a primeira impressão que vem a nossa mente é estarmos falando de energia elétrica ou sobre combustíveis. Nada mais natural, uma vez que todas as nossas atenções estão voltadas para as questões energéticas que o Brasil vem se defrontando nas últimas décadas.

Em meados do Século XIX, quando o carvão mineral era fonte básica de energia para transportes, algumas indústrias e iluminação, decorreram iniciativas nesta área, mais especificamente no setor de energia elétrica, provocadas por Dom Pedro II, que era um homem interessado nos avanços científicos de seu tempo. Assim, novas descobertas aportaram no Império do Brasil.

De lá para cá, muitas coisas mudaram e hoje, já falamos em termos que fariam nosso Imperador pensar serem temas de ficção científica: - Energia Renovável, Energia Limpa ou Energia Suja, Energia Nuclear, Energia Eólica, entre tantas outras referências.

Por dispor da maior bacia hidrográfica do mundo, é natural e compreensível que o Brasil tenha feito historicamente sua opção por esta matriz energética. Hoje, as usinas hidroelétricas dão sustentação ao desenvolvimento nacional e ao parque industrial brasileiro, respondendo por quase 90% do total de energia gerada no País.

O fato é que neste momento, todas as atenções estão voltadas para as questões energéticas, principalmente combustíveis e eletricidade. Por isso, o Portal ambientebrasil considera importantíssimo ajudar os internautas a se informarem melhor sobre este setor, disponibilizando informações atuais e em constante renovação, sobre fontes energéticas, suas relações com o meio ambiente e as perspectivas futuras do mercado.

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A sustentabilidade na Amazônia





Nunca, em tempo algum, ouviu-se falar tanto no conceito de sustentabilidade como agora. Depois de ocupar mais as pįginas dos discursos polķticos, o termo comeēa a tomar lugar em projetos desenvolvidos por governos, principalmente em regiões detentoras de floresta, como é o caso da Amazōnia.

Promover a sustentabilidade é promover a exploraēćo de įreas ou o uso de recursos naturais de forma a nćo prejudicar o equilķbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas e toda a biosfera que dele dependem para existir.

Especialistas afirmam que, em relaēćo ą Amazōnia, mesmo em atividades humanas altamente impactantes como a mineraēćo, extraēćo vegetal e agricultura, pode-se promover desenvolvimento com sustentabilidade gerando renda para os habitantes sem que seja necessįrio o desmatamento.

Desta forma, projetos empresariais que atendam aos parāmetros de sustentabilidade, comeēaram a multiplicar-se por vįrios lugares antes degradados, numa preocupaēćo ecológica cada vez maior de salvar a Amazōnia, acreditando que, desta forma, também se estaria ajudando no combate ao aquecimento global, que tem nas queimadas, uma de suas causas.

Uma das opēões que tem sido apresentada é a comercializaēćo de créditos de carbono, em que, paķses ricos compram créditos gerados pela manutenēćo da floresta em pé, levando em consideraēćo a quantidade de carbono que uma determinada įrea de floresta produziria. A renda obtida com a venda desses créditos é empregado em atividades que promovam o desenvolvimento sustentįvel da regićo.

Leia artigos sobre desenvolvimento sustentįvel:

Na Amazōnia, uma śnica įrvore pode conter mais de duas mil espécies raras de animais. Além disso, florestas tropicais como essa, sćo essenciais para manter o equilķbrio do dióxido de carbono na atmosfera. No entanto, a derrubada descontrolada de įrvore para venda da madeira e o crescimento da agricultura e pecuįria, estćo destruindo sua rica biodiversidade.

Algumas medidas devem ser tomadas para se alcanēar o desenvolvimento sustentįvel: utilizaēćo da energia de forma mais eficaz com desenvolvimento de fontes de energia renovįveis, como vento e energia solar, promoēćo da educaēćo ambiental aos agricultores e, principalmente, eliminaēćo da pobreza, com projetos eficazes para utilizaēćo de recursos da floresta pelos ribeirinhos e comunidades indķgenas de forma sustentįvel.

A Amazōnia é um ecossistema complexo e frįgil, necessita de leis severas de proteēćo ambiental e projetos factķveis de sustentabilidade.

Na regićo, a imensidćo do verde engana, pois o solo é quimicamente pobre. Quando a mata é convertida em monocultura ou em pastagem, hį um irreversķvel impacto ambiental. Como conseqüźncia, logo a produtividade decai e os agricultores e pecuaristas abandonam a įrea para queimar outras quadras, num cķrculo infinito e cada vez mais voraz.

Promover a sustentabilidade, portanto, jį nćo é mais um simples discurso, mas uma necessidade cada vez mais imperiosa de manter a Amazōnia para as geraēões futuras, tendo a certeza de que o mais fantįstico ecossistema da terra continuarį a prover recursos e bem-estar econōmico e social para as comunidades que nela vivem. .

Veja vķdeos sobre a Amazōnia:

www.portalamazonia.com/videosdaamazonia

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Biodiversidade

O termo biodiversidade - ou diversidade biológica - descreve a riqueza e a variedade do mundo natural. As plantas, os animais e os microrganismos fornecem alimentos, remédios e boa parte da matéria-prima industrial consumida pelo ser humano.

Para entender o que é a biodiversidade, devemos considerar o termo em dois nķveis diferentes: todas as formas de vida, assim como os genes contidos em cada indivķduo, e as inter-relaēões, ou ecossistemas, na qual a existźncia de uma espécie afeta diretamente muitas outras.

A diversidade biológica estį presente em todo lugar: no meio dos desertos, nas tundras congeladas ou nas fontes de įgua sulfurosas.

A diversidade genética possibilitou a adaptaēćo da vida nos mais diversos pontos do planeta. As plantas, por exemplo, estćo na base dos ecossistemas.

Como elas florescem com mais intensidade nas įreas śmidas e quentes, a maior diversidade é detectada nos trópicos, como é o caso da Amazōnia e sua excepcional vegetaēćo.

Quantas espécies existem no mundo?

Nćo se sabe quantas espécies vegetais e animais existem no mundo. As estimativas variam entre 10 e 50 milhões, mas até agora os cientistas classificaram e deram nome a somente 1,5 milhćo de espécies.

Entre os especialistas, o Brasil é considerado o paķs da "megadiversidade": aproximadamente 20% das espécies conhecidas no mundo estćo aqui. É bastante divulgado, por exemplo, o potencial terapźutico das plantas da Amazōnia.

Quais as principais ameaēas ą biodiversidade?

A poluiēćo, o uso excessivo dos recursos naturais, a expansćo da fronteira agrķcola em detrimento dos habitats naturais, a expansćo urbana e industrial, tudo isso estį levando muitas espécies vegetais e animais ą extinēćo.

A cada ano, aproximadamente 17 milhões de hectares de floresta tropical sćo desmatados. As estimativas sugerem que, se isso continuar, entre 5% e 10% das espécies que habitam as florestas tropicais poderćo estar extintas dentro dos próximos 30 anos.

A sociedade moderna - particularmente os paķses ricos - desperdiēa grande quantidade de recursos naturais. A elevada produēćo e uso de papel, por exemplo, é uma ameaēa constante ąs florestas.

A exploraēćo excessiva de algumas espécies também pode causar a sua completa extinēćo. Por causa do uso medicinal de chifres de rinocerontes em Sumatra e em Java, por exemplo, o animal foi caēado até o limiar da extinēćo.

A poluiēćo é outra grave ameaēa ą biodiversidade do planeta. Na Suécia, a poluiēćo e a acidez das įguas impede a sobrevivźncia de peixes e plantas em quatro mil lagos do paķs.

A introduēćo de espécies animais e vegetais em diferentes ecossistemas também pode ser prejudicial, pois acaba colocando em risco a biodiversidade de toda uma įrea, regićo ou paķs.

Um caso bem conhecido é o da importaēćo do sapo cururu pelo governo da Austrįlia, com objetivo de controlar uma peste nas plantaēões de cana-de-aēścar no nordeste do paķs.O animal revelou-se um predador voraz dos répteis e anfķbios da regićo, tornando-se um problema a mais para os produtores, e nćo uma soluēćo.

O que é a Convenēćo da Biodiversidade?

A Convenēćo da Diversidade Biológica é o primeiro instrumento legal para assegurar a conservaēćo e o uso sustentįvel dos recursos naturais. Mais de 160 paķses assinaram o acordo, que entrou em vigor em dezembro de 1993.

O pontapé inicial para a criaēćo da Convenēćo ocorreu em junho de 1992, quando o Brasil organizou e sediou uma Conferźncia das Naēões Unidas, a Rio-92, para conciliar os esforēos mundiais de proteēćo do meio ambiente com o desenvolvimento socioeconōmico.

Contudo, ainda nćo estį claro como a Convenēćo sobre a Diversidade deverį ser implementada. A destruiēćo de florestas, por exemplo, cresce em nķveis alarmantes.

Os paķses que assinaram o acordo nćo mostram disposiēćo polķtica para adotar o programa de trabalho estabelecido pela Convenēćo, cuja meta é assegurar o uso adequado e proteēćo dos recursos naturais existentes nas florestas, na zona costeira e nos rios e lagos.

Biodiversidade amazōnica

A biodiversidade amazōnica ainda reserva muitos segredos desconhecidos da humanidade. As florestas da regićo concentram 60% de todas as formas de vida do planeta, mas calcula-se que somente 30% de todas elas sćo conhecidas pela ciźncia.

Quantos segredos e novas espécies de peixes, pįssaros, bichos ou microrganismos ainda desconhecemos?

Os animais sćo um capķtulo ą parte: dezenas de espécies de primatas encontram abrigo na densa vegetaēćo amazōnica.

A origem da biodiversidade é explicada atualmente pela teoria dos refśgios, na qual grupos de animais ficaram isolados em ilhas de vegetaēćo e foram sofrendo um processo de especializaēćo.A medida que as ilhas voltaram a se agrupar em uma śnica e imensa įrea verde, a base da diversidade florķstica e animal jį estava formada.

A Amazōnia conta com mais de 3 mil espécies só de įrvores, imersas na fragilidade dos ecossistemas.

Įrvores gigantescas - algumas com mais de 50 m de altura - vivem basicamente do hśmus resultantes da vegetaēćo em decomposiēćo. Da variedade total de espécies animais, vegetais e das propriedades biomedicinais ainda se sabe pouco.

Estima-se que a diversidade de įrvores na Amazōnia varia entre 40 a 300 espécies diferentes por hectare.

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Semana do Meio Ambiente em Manaus conta com exibição de documentários



MANAUS - A Semana do Meio Ambiente do Tropical Hotel Manaus, que começou segunda-feira (2) e encerrará nesta sexta-feira (6), compreende entre outras atividades gratuitas, a exibição de vídeos com temáticas ambientais, que despertam para a consciência de preservação e sustentabilidade. Nesta quinta-feira (5), que é o Dia Mundial do Meio Ambiente, serão exibidos documentários e animações, das 10h às 22h, na sala Vip do hotel. À tarde, estará presente o presidente do Tropical Hotels & Resorts Brasil, Adenias Gonçalves Filho.

Além dos documentários, tem vídeos de animação, como “Mapinguari – O Protetor da Floresta”, de Cão Cruz Alves, que conta a história de um homem depredador e poluente que encontra o Protetor da Floresta. Outras produções do gênero são “Leonel Pé de Vento”, de Jair Giacomini; “Vida Maria”, de Márcio Ramos Evangelista; “Árvore Sagrada”, de Rudney Prado de Melo; e “Peixe Frito”, de Ricardo de Podestá.

A programação compreende ainda palestras, exposição e passeios ecológicos, para incentivar a consciência ambiental de hóspedes, funcionários e toda a sociedade de Manaus.

A exposição de fotografias “Passarada”, de autoria do médico veterinário José Anselmo D’Affonseca, responsável pelo setor de mamíferos aquáticos do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA), apresenta 27 fotografias de aves que compõem a fauna amazônica, no lobby do hotel, das 10h às 18h.

O passeio pelo zoológico Tropical, monitorado pela bióloga Dayse Campista, acontece em duas sessões diárias, uma às 10h e outra às 14h, para o visitante conhecer 22 espécies de animais, entre aves, mamíferos e répteis.

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BBB10" estreia nesta terça-feira ainda sem número de participantes definido


A décima edição do "Big Brother Brasil" estreia nesta terça-feira (12), às 22h, mas o número total de participantes do reality show ainda não foi confirmado.

"BBB10": Veja a lista com os 15 participantes selecionados
Veja galeria de fotos dos participantes
Veja a cobertura completa do programa

Até agora, a produção do programa anunciou 15 participantes, e abriu espaço para mais dois confinados-surpresa no site oficial da atração.

No entanto, Boninho, o diretor do "BBB", deu pistas no Twitter que o reality terá um número maior de participantes que ainda não foram revelados.

Como mostra uma vinheta da Globo, o primeiro líder deve ser um dos participantes-surpresa.
A casa
Nesta edição, os participantes se acomodarão em duas casas. A primeira delas é a casa que já existia, e a segunda foi construída onde ficava o quarto do líder.

Divulgação

O novo quarto do líder; veja mais fotos da casa do "BBB10"

"Não vai ter um muro físico como a do ano passado mas, é claro, os grupos vão criar seus próprios muros invisíveis", adiantou Boninho.

Outra novidade é uma garagem em que se encontra o famoso e temido quarto branco, que fez o paulistano Leonardo desistir do jogo no "BBB9". Dessa vez, porém, segundo Boninho, será um quarto surpresa onde tudo pode acontecer.

"Não vou adiantar quando nem por que um ou outro pode passar umas noites lá. Mas, claro, não podíamos deixar de inventar novidades para esta edição!", disse Boninho.

Novidades
O diretor do programa ainda não informa detalhes sobre as mudanças no jogo, que só devem ser conhecidas depois da estreia.

Por enquanto, Boninho se limita a contar as novidades do jogo pelo Twitter, em resposta às perguntas de seus seguidores.

A interação pela internet deve vir com tudo nesta edição. Além das constantes atualizações do diretor no microblog, os confinados também poderão utilizar um serviço similar, mas "por um canal exclusivo", afirma Boninho.

Dos 15 participantes já anunciados, ao menos cinco são bastante conhecidos na rede e foram convidados pela Globo, incluindo a publicitária Tessalia, que se tornou uma celebridade virtual com o perfil Twittess, no Twitter.

O site do "BBB" também contará com uma seção chamada "realidade aumentada", que segundo Boninho "é uma brincadeira virtual", em que o usuário precisará de uma webcam para participar.

Sobre a casa de vidro, polêmica na edição anterior, Boninho afirma que "se rolar, será no meio do jogo".

Uma das mudanças deve acontecer no domingo, mas "só dá pra contar na semana que vem", escreveu o diretor.

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